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Educação superior desafia os gestores educacionais

No Brasil sabemos que somente cerca de 12% (doze por cento) da população tem educação superior

“Gestão educacional exige investimentos e consequente ação e atitude proativa com base num planejamento educacional que gere ágio, resultado positivo e credibilidade social e independe do tempo da atividade educacional de sua Instituição ou sua tipificação”.

No Brasil sabemos que somente cerca de 12% (doze por cento) da população tem educação superior, e isso é realmente um obstáculo para o desenvolvimento da Nação em pleno mundo globalizado.

É fato que a população brasileira está envelhecendo em situação análoga a Europa há 20 (vinte) anos atrás, e o grande diferencial é a EDUCAÇÃO.

A KROTON sabe que o investimento em educação no Brasil gera os resultados positivos ao longo de tempo, pois na sua visão a educação básica forma a raiz da educação superior, e a instituição que invista nessa atividade deverá colher os frutos de seu investimento.

Já se perguntaram. Por que a KROTON investiu primeiro em Educação Superior e somente agora investe em Educação Básica mas seu foco é Educação¿

Esse fato comprova que é o INVESTIMENTO que deve ser priorizado não o tempo ou vinculação com entidade superior que podem gerar os resultados esperados, e isso tem lúdica ação de alguns “gestores educacionais”, pois a qualidade do ensino segue variáveis diferenciadas.

Na avaliação in loco do INEP/MEC, o foco está no PDI, Marketing, Corpo Docente e Discente, Biblioteca, Laboratório, local adequado, reunião com gestores, coordenadores, professores e alunos, infraestrutura e demais fatores para a abertura ou reconhecimento de cursos, isso não ratifica a continuidade e sustentabilidade da IES em avaliação.

Para a sociedade, entende que uma Instituição Educacional deve gerar bons profissionais com qualidade e capacitação que atendam ao mercado laboral.

Para os educandos, se faz necessário ter professores antenados com o mercado, e que tenham condições de exercer seu mister, com metodologias, salas, laboratórios, e recursos tecnológicos que possibilitem um bom aprendizado.

A seletividade do Mercado de Labor se torna a cada ano mais eletiva e os profissionais que buscam sua colocação ou mesmo recolocação devem dispor dessas condições ou o mercado não poderá aceita-lo.

O Gestor Educacional deve fazer periodicamente uma análise SWOT e identificar os pontos fracos e fortes de sua gestão, possibilitando, portanto a inserção das melhorias necessárias para buscar a qualidade educacional que ratifique o investimento do educando.

É cristalino entender que há ainda muitos Gestores Educacionais que se iludem com o MERCADO e não oferecem as condições mínimas necessárias exigidas por esse mesmo mercado.

Lembramos que EDUCAÇÃO SUPERIOR é um serviço que exige investimento focado no cliente e aquele que negligenciar esse princípio corre o RISCO de perder o bonde da história e prover o deságio dos investimentos de seus idealizadores e de seus clientes.

Observamos ainda com bastantes clarividências diversos Gestores Educacionais, representando respeitáveis instituições de ensino superior que não entendem esse MERCADO, e ainda pensam que o PROFESSOR é selecionado por título, e não pelo que ele pode produzir com seus ARTIGOS, LIVROS, PALESTRAS ou VOLUNTARIADO, e isso é um embuste, que o levará ao fracasso incontestável.

O Mundo Globalizado tem seletividade natural, e o tempo é seu aliado maior, mas aquele que o entende e busca INVESTIR em capacitação e qualificação profissional terá um RISCO de menor ônus e quiçá um ÁGIO mais avantajado.

Preocupa-nos algumas Instituições Educacionais de Ensino Superior com gestores educacionais metódicos, débeis, ineptos, e incapazes de entender o que deseja o mercado, mesmo tendo informações analíticas sobre sua atividade resolve deixar o tempo ser o remédio e não implementam nenhuma AÇÃO ou ATITUDE proativa que possam minorar o RISCO de sua atividade e amargam menor número de alunos, a cada vestibular.

Relacionamos abaixo algumas desculpas desses (in) competentes Gestores Educacionais;

  1. O Mercado está pulverizado;
  2. Não há interesse dos candidatos;
  3. Tenho 60 anos de Mercado;
  4. Nossos professores têm os melhores títulos;
  5. Somos Universidade e não Faculdade;
  6. O Mercado vai se adequar
  7. Não temos recursos financeiros;
  8. Os alunos reclamam demais
  9. Coordenador com histórico político educacional
  10. Os Convênios merecem melhorias para sua efetivação;
  11. Já atravessamos diversas tormentas e essa é só mais uma
  12. Não adianta investir em Marketing;
  13. Vamos congelar a remuneração dos professores;
  14. O problema não é a concorrência é sua ilação;
  15. E demais.

“A ausência de um Planejamento Estratégico que possa ser executado considerando diversas varáveis pode significar ser relevante para algumas Instituições, ou o RISCO será o seu maior foco.”

Lembramos que o Mercado globalizado remunera somente aqueles que invistam e busca a qualidade em sua atividade, qualquer outra ação será insípida, inodora, e de grande risco.

Ressaltamos que o mercado não se lembra das INSTITUIÇÕES que se exauriram, faliram ou fecharam por INCOMPETÊNCIA de seus Gestores e no Brasil EDUCAÇÃO é uma atividade altamente lucrativa, mas depende de seus idealizadores, mesmo as religiosas, isso prova que o MERCADO é voraz.

Se estiver esperando uma mudança de mercado para tomar a atitude necessária, LAMENTO, sua espera será a lapide de sua instituição, pois a AÇÃO e ATITUDE devem ser racionais.

Umas perguntinhas que chamarão sua atenção:

  1. Já se avaliou no Mercado local¿
  2. Já ouviu o cliente aluno¿
  3. Já ouviu o Professor¿
  4. Já ouviu o Coordenador¿
  5. Se há maior concorrência no Mercado é porque há demanda¿
  6. A redução de cursos e alunos o que nos comprovam¿

Informamos que não espere que o Mercado se adapte a Instituição, mas sim o contrario é verossímil e quão mais rápido melhor.

Desculpe-nos, mais essa sua SURDEZ e sua letargia possivelmente o levarão a alguma situação que tende a agravar a situação.

Desculpa mais comum: Não temos recursos financeiros. Após 60(sessenta) anos de atividade no mercado, com a competência de gestores e professores nos limitamos somente ao “VALOR” e não conseguimos visualizar aos “VALORES”, é realmente lamentável. Não é somente a sua surdez que tem problemas.

Lembramos que MOZART era surdo, ou tinha deficiência auditiva, mesmo assim o mundo o reconhece, acredito que esse fato não o limitou e resolveu CRIAR composições mundialmente aplaudidas, NÃO desejo que seja um MOZART, mas se você acordar já é muito vantajoso para o Mercado.

Lamentamos transcrever o referido ensaio, ratificamos que não somos o dono da verdade, mas sentimos que devemos lhe alertar caso se identifique com esse artigo, pois a verdade deve sempre ser ouvida, mesmo que nada resulte em ação corretiva.

Pedimos desculpas aqueles que se sentiram afetadas pelo referido e entendam que o escrito visa unicamente demonstrar que o MERCADO globalizado EXIGE MUDANÇA de ação e atitude, respeitosamente.

AUTORES: ELENITO ELIAS DA COSTA, só um VOVÔ com educação diferenciada.

LEVY DA COSTA SALES, meu NETO com visão futurística.

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